Divagações filosóficas

julho 20, 2011

– das ruminações com o Deputado O. S. Ozz 

O cérebro humano é a unidade propulsora da consciência social.

A sociedade, sob o ponto de vista evolutivo, nada mais é que um encadeamento de ideias com as capacidades de replicação e auto-depuramento.

Habitamos o intervalo entre o bom senso e o senso comum; daí a sensação de constante insatisfação.

Em toda a discussão ou contenda, apesar da dinâmica natural para a convergência das ideias, haverá sempre, ao menos, um aspecto da discórdia.

Em último caso, o bom senso é a melhor solução.

Resta-nos saber: O bom senso de quem?

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Circumambulation*

julho 19, 2011

gárgula de ímpetos imanentes

o mais astuto dos segréis calar-se-ia

ante um torvelino de queixas tão obtusas

mas acolhe: afaga-lhes as faces rombudas

abre-lhes as palmas feridas de pedras

para que delas abandonem sorridentes flores

os embates não nutrem pérolas em ostras

é a síntese a erigir-lhes sentido

* “In Jung’s view, the alchemical attempt to transmute base metals into gold (the philosopher’s stone) was actually a psychological process which had been unconsciously projected onto the various material substances used in the process. The alchemists were usually not aware of the projection, according to Jung. They really believed they could turn base metals into gold. The symbols used by the alchemists were really representative of what he termed the process of individuation. Jung stressed that individuation must not be understood as a linear development, but as a “circumambulation of the self” (Jung, Memories 196), that is, the movement is toward the center, which Jung says is the Self. One of the symbols in alchemy which represents this process is the Ouroboros, the serpent which devours its own tail. This means that the process is circular and self-contained, according to Jung.” – Extracted from “Jung and Alchemy” by Mark L. Dotson, Spring 1996.

Livros podem ser adquiridos com o Autor.

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