A (in)certeza do naufrágio

novembro 17, 2011

o Pequeno submarino

a exPlorar águas gélidas,

Profundas

     

Por quê?

     

o tênue brilho de seu sonar

não consegue alumiar a Proa

mira o fundo sem o saber

     

sos dePressão

x     x     x

                  

Noite passada despertei por volta das duas da madrugada com esse poema na cabeça. Anotei numa folha de papel e, pela manhã, foi só fazer alguns ajustes. Trata-se de um poema singelo; mas quem já passou pela experiência há de concordar comigo: ele a descreve sem meias palavras. Para aqueles que nunca passaram por isso, os meus votos de que nunca avancem essas perigosas fronteiras. Mais importante: para quem se identifica, é hora de buscar ajuda de um médico especialista.

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