A derrota remete ao novo

abril 13, 2011

 

Esta paga

a parte que me cabe

nessa estranha mesa de bar

um copo quebrado

é o meu corpo que parte

miríade de cacos de vidro

nada resta do líquido

vazado através dos dedos

às palmas

ele parte

escorre fluido

as mãos não bastam

é conseqüência do ato

os rudes são reminiscências dos sonhos

rebaixamo-nos ante as leis dos homens

mais parecem sem sentido

é chegada a hora

renovarmo-nos o íntimo

tudo o que foi escrito

está vencido:

a rota remete ao novo

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