As Cinquenta Primeiras Criaturas

abril 14, 2010

 (a)    Lançamento

São José dos Campos – SP; dia 14 de abril do ano 2010; 18 horas e 40 minutos; (hoje e agora): declara-se lançado, em decisão irrevogável, o livro “As Cinquenta Primeiras Criaturas”.

Antes de discorrer em minha defesa, rogo ao meu Santo forte a capacidade de fazê-lo à altura de uma ambição desmedida – enorme a energia empregada no trabalho antigo, simples, natural. – Jorge Xerxes

 (b)   Livro

“As Cinquenta Primeiras Criaturas”

Conto e Poesia de Jorge Xerxes

150 páginas

Editora Multicoco

ISBN: 978-85-7961-109-4

(c)    Leia

Livros diretamente com o autor, através do endereço jorgexerxes@gmail.com ou com a Editora Multifoco www.editoramultifoco.com.br

(d)   Libera

Preço médio de trinta reais.

(e)    Leia

Em As Cinquenta Primeiras Criaturas, o que poderia ser entendido inicialmente como criação de significados – os personagens ultrapassarem os limites de um único conto – vai além, acrescenta e redimensiona. Os mesmos personagens aparecerem em diversos contos e os poemas estarem inseridos entre eles tangencia a fronteira tênue entre realidade e ficção, substituindo a expectativa de autenticidade e verdade pela interrogação acerca da possibilidade e impossibilidade.

O amor e a felicidade pontuam a dor e a subjetividade é redefinida. Sonhos e desejos, turbulências, criaturas, o sagrado e o profano são menções iniciais que parecem nos dar um perfil que, ao longo das narrativas, vai sendo alterado face às ações. A essência nos escapa. Parece inacessível.

É a partir dessa noção de movimento que melhor podemos viajar pela escritura desse livro, sem ancoragem predeterminada ou idéias prévias. O proveito da leitura independe de referências que nos dêem um sentido totalizador ou homogêneo. As direções são variadas, não se pode fazer uma articulação linear.

É sem submeter-se a significados manifestos que o autor mantém o pacto que a princípio estabeleceu conosco, de interagir através de narrativas literariamente intencionadas.

Jorge Xerxes apresenta mundos possíveis e personagens que se deslocam pelos cenários em seqüências de fatos. Estranhos por vezes, incomuns – mas verossímeis. São narrados sem tarefas simbólicas: é a linguagem exercendo a ação através da escrita, e falando. – Sonia Regina http://nanquin.blogspot.com/

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Uma resposta to “As Cinquenta Primeiras Criaturas”

  1. Li este livro do Jorge. Muito bom. Na página 101 uma chamada no início: “a morte de hoje, a dor do momento, nada resta ao tormento da eterna dro, dói pra sempre, infinito, dói demais.” Poema dedicado a Noel Rosa. Lindo.

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